O quanto queremos ser aceitos e bem vistos na sociedade?

Quais ações fazemos para sermos aceitos e o quanto isso compromete quem realmente somos? Quantos padrões entendemos serem necessários seguir para não parecermos um peixe fora d’água?

A sociedade sempre teve seu padrão e quanto mais nos afastamos deste, mais estamos sujeitos a avaliações pré estabelecidas.

Hoje os movimentos que buscam aproximar a diversidade na sociedade tentam transformar esta realidade, trazendo um outro olhar para as diferenças.

Com sua vida financeira não é diferente e se espera que assim que se alcance uma determinada posição social e profissional, isto traga melhoria no seu conforto e na qualidade material da vida.

Talvez algumas pessoas pensem diferente e não queiram seguir padrões, poder pensar que crescimento profissional e/ou de negócio é na verdade somente um acelerador para a liberdade desejada é uma outra forma de ver a realidade. Modelos de consumo como troca de carro a cada 2 anos, casa na praia, no campo, viagem para destino exótico e etc… Não terão a mesma sedução entre os grupos de pensamento heterogêneo.

Talvez riqueza seja somente ser o protagonista do seu próprio caminho e não refém das circunstâncias que lhe serão imposta. Dormir e acordar relaxado com segurança de que o emprego é apenas mais um item entre tantos na vida e que eventualmente sua perda não fará com que tudo vire de pernas pro ar em um curto espaço de tempo, seja o maior dos ativos.

Focar nas coisas mais prazerosas a fazer, sem se stressar com as contas para pagar no fim do mês, talvez seja o plano de vida e meta destes diferentes pensadores. Alguns leitores aqui pensarão que esta escrita é utópica e que não se consegue fugir das obrigações, outros já se identificarão.

Para sair do padrão é exigido um preço e este é entregue a você no modelo de pré pagamento, ou seja, deverá se abrir mão de uma série de coisas a serem vivida agora, para poder atingir este modelo de conforto financeiro desejado. Algumas vezes quem escolher este caminho vai ouvir algumas coisas como: “Da vida não se leva nada”, “caso se morra amanhã não vai ter aproveitado nada da vida”. O contraponto de quem busca este caminho também poderá perguntar ao outro: O que é “aproveitar a vida”? Qual o sentido de “aproveitar”? O que é aproveitar para você é igual para mim? O que sei é que as escolhas “certas” ou “erradas” (isto sempre aos olhos dos outros) são individuais e estas te levarão aos caminhos por você traçado, o importante no fim do dia é saber se você é feliz com elas, o resto é resto e os outros são os outros.

Nunca terei a pretensão de afirmar qual é o melhor caminho a seguir sobre consumir tudo o possível agora ou fazer nada agora para ter uma segurança financeira o quanto antes e poder dormir tranquilo. Talvez a melhor respostas entre estes dois mundos esteja na linha do meio, o famoso ditado “nem tanto o céu e nem tanto a terra”.

Fato é que os que tem coragem hoje de nadar contra a maré do consumo e se estruturar financeiramente, conseguirão uma redução substancial do stress e da ansiedade no qual muitos estão vivendo, e isto por si só é espetacular.

Reflita sobre como você quer projetar sua vida e faça as escolhas que te deixarão mais feliz hoje e amanhã.

Boa sorte e boas escolhas.

0 comentário em “A coragem de nadar contra a maré!

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